" Criei um aparelho para unir a humanidade, não para destruí-la. " - Santos Dumont

" Um prisioneiro de guerra é um homem que tentou matá-lo, não conseguiu e agora implora para que você não o mate. " - Winston Churchill
" Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus - Albert Einstein
" O objetivo da guerra não é morrer pelo seu país, mas fazer o inimigo morrer pelo dele - George S. Patton. "
" Só os mortos conhecem o fim da guerra " - Platão
"Em tempos de paz, os filhos sepultam os pais; em tempo de guerra, os pais sepultam os filhos." - Herodes

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

BGM-109 Tomahawk

Tipo: Missel de longo alcance, qualquer tempo e subsônico
País de origem: Estados Unidos
Inicio do serviço: 1983 até hoje
Fabricante: General Dynamics, Raytheon/McDonnell Douglas
Custo unitário: US$ 569.000 ( em 1999 ) a nova versão tática AGM-109H/L custa US$ 1.45 milhão ( em 2011)
Peso: de 1.300 kg a 1.600 kg com reforço
Comprimento: 5.56 m
Com reforço: 6.25 m
Envergadura: 2.67 m
Diâmetro: 0.52 m
Ogiva convencional: 450 kg
Dispositivo de detonação: mecanismo de impacto FMU-148 Motor: Williams International F107-WR-402
Combustível: combustível liquido TH e combustível sólido
Alcance: modelo Block II TLAM-A cerca de 2.500 km, modelo Block III TLAM-C, Block IV TLAM-E 1.700 km e modelo Block III TLAM-D 1.300 km
Velocidade: 880 km/h
Sistema de guiagem: GPS, INS, TERCOM e DSMAC
Plataformas de lançamento: submarinos, navios e de lançadores terrestres

   O Tomahawk é um missel de longo alcance, para uso em todas as condições meteorológicas, de cruzeiro supersônico. Introduzido pela General Dynamics na década de 70, foi concebido como um missel de médio a longo alcance, de baixa altitude que poderia ser lançado a partir de uma plataforma na superfície. Ela foi melhorada várias vezes e, por meio de alienações e aquisições corporativas, agora é feito pela Raytheon. Alguns Tomahawks também foram fabricados pela McDonnell Douglas (agora Boeing).
   A família de mísseis Tomahawk pode atacar uma variedade de alvos na superfície. Embora um número de plataformas de lançamento foram implantadas ou previstas, mas apenas a naval é usada (sendo navios e submarinos) várias variantes estão atualmente em serviço. O Tomahawk tem um design modular, permitindo uma ampla variedade de sistemas de orientação, ogiva e alcance.
   As ogivas podem ser com submunições, uma ogiva nuclear W80, convencional, um modelo lançado da terra BGM-109G com uma ogiva nuclear W84 mas foi retirado de serviço em 1987 e anti-navio. 
   Foi usado veiculos para o lançamento do Tomahawk em bases na Europa, mas foram retirados de serviço em conformidade com o Tratado de Nuclear de 1987. Muitas das versões anti-navio foram convertidos no final da Guerra Fria. O modelo Block III TLAM que entrou em serviço em 1993, pode voar mais longe e utilizar o Sistema de Posicionamento Global (GPS) para atacar com mais precisão. Já o modelo Block TLAM IV tem uma capacidade melhor de controle de voo (DSMAC), bem como melhores motores, motor F107-402, possui um controle do aceleração, permitindo alterações na velocidade de voo. Este motor também proporciona uma melhor economia de combustível. O Block IV TLAM Fase II tem um melhor ataque em profundidade e estão equipados com um sistema de direcionamento em tempo real para atacar alvos em movimento. Alguns mísseis também podem executar um ataque de precisão, transmitindo seu status de volta para uma estação terrestre através de comunicação por satélite.
   Uma melhoria importante para o Tomahawk é a capacidade de utilizar informações transmitidas a partir de várias fontes como aviões, UAVs, satélites, soldados de infantaria, tanques e navios para encontrar seu alvo. Também será capaz de enviar dados de seus sensores para essas plataformas. Vai ser uma parte da força de rede a ser implementado pelo Pentágono.
   Com o sistema TLAM o Tomahawk está equipado com uma câmera de TV para permitir que os comandantes avaliem os danos ao alvo e para redirecionar o míssil para um objectivo alternativo, se necessário. Ele pode ser reprogramado em voo para atacar um dos 15 alvos predeterminados com coordenadas GPS armazenados em sua memória ou a qualquer outras coordenadas GPS. Entrou em serviço com a Marinha Americana no final de 2004.
   Em maio de 2009, a Raytheon propôs uma atualização para missel Block IV, um modelo capaz de destruir ou desabilitar grandes navios de guerra com um alcance de 1.700 km.

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