" Criei um aparelho para unir a humanidade, não para destruí-la. " - Santos Dumont

" Um prisioneiro de guerra é um homem que tentou matá-lo, não conseguiu e agora implora para que você não o mate. " - Winston Churchill
" Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus - Albert Einstein
" O objetivo da guerra não é morrer pelo seu país, mas fazer o inimigo morrer pelo dele - George S. Patton. "
" Só os mortos conhecem o fim da guerra " - Platão
"Em tempos de paz, os filhos sepultam os pais; em tempo de guerra, os pais sepultam os filhos." - Herodes

terça-feira, 2 de junho de 2009

Lockheed U-2R/TR-1


Tipo: Espionagem em grandes altitudes
Fabricante: Lockheed Martin
Primeiro voo: 1 Agosto de 1955
Inicio do serviço: 1957
Status: 35 na ativa, 0 em reserva
Usuário: Força Aerea dos Estados Unidos
Total produzido: 86

Tripulação: um
Comprimento: 19.2 m
Envergadura: 31.4 m
Altura: 4.88 m
Area das asas: 92.9 m²
Peso vazio: 6,760 kg
Peso maximo de decolagem: 18,100 kg
Motor: 1× General Electric F118-101 com 8600 kg de empuxo
Velocidade maxima: 805 km/h
Velocidade de cruzeiro: 690 km/h
Raio de alcance: 10,300 km
Altitude de serviço: + 25,900 m
Duração do voo: 12 horas

O Lockheed U-2 chamado de " Dragon Lady" , é um avião mono reator de grandes altitudes, usado pela Força Aérea dos Estados Unidos a serviço da CIA. Executando serviços de espionagem de dia ou de noite, em qualquer tempo e a grandes altitudes podendo chegar 25.900 m de altitude. O avião é usado igualmente para a pesquisas e desenvolvimento eletrônico de sensores, calibração de satélite e validação de dados de satélites espiões.
Nos anos 50, com as tensões da Guerra Fria em ascensão, as Forças Armadas dos Estados Unidos exigiram um melhor reconhecimento estratégico, para determinar a capacidade e as intenções soviéticas. Os aviões existentes de espionagem derivaram de bombardeiros convertidos, eram vulneráveis à artilharia antiaérea, mísseis e aos caças. Pensou-se em um avião que podusse voar a 21.000 m de altitude, seria além do alcance dos caças, de mísseis e mesmo dos radares soviéticos, isto permitiria que o U-2 entrasse em espaço aéreo inimigo para tirar fotografias aéreas. Para conservar o peso, seu projeto inicial não tinha nem mesmo trem de pouso convencional, decolando de uma carreta e aterrizando em um patins. O projeto foi rejeitado pela Força Aérea, mas foi aceito pela CIA, sendo está a financiadora do programa com custo de US$ 22.5 milhões para os primeiros 20 aviões. O primeiro vôo ocorreu no local de teste da área 51 em 1 de agosto de 1955, com asas tão eficientes os aviões decolavam com apenas 130 km/h. As camêras do U-2 podiam tirar fotos a menos de 76 cm do alvo a uma altitude de 18.000 m. O uso do U-2 era exclusivo da CIA, durante o desenvolvimento houve acidentes, o primeiro acidente fatal foi em 15 maio 1956, o segundo ocorreu três meses depois em 31 agosto, duas semanas mais tarde, um terceiro avião desintegrou-se durante a subida, matando o piloto. O U-2 veio a público quando o piloto da CIA Francis Gary foi abatido sobre território soviético em 1 de maio de 1960. Em 14 outubro 1962, um U-2, fotografou as forças armadas soviéticas instalando mísseis com ogivas nucleares em Cuba. Em 27 outubro 1962, em vôo sobre Cuba um U-2 foi abatido por dois mísseis terra-ar SA-2, matando o piloto. Em 1964 a CIA enviou aviões U-2 ao Vietnã do Sul para missões de reconhecimento sobre o Vietnã do Norte. Em 5 abril 1965, foram tiradas fotos de rampas de lançamento de misseis SAM, perto do porto de Hanoi e Haiphong. A única perda de um U-2 durante operações de combate foi em 8 de outubro de 1966, devido a problemas mecânicos sobre o Vietnã do Norte, o piloto conseguiu voltar Vietnã do Sul onde-se ejetou com segurança, ficando em serviço até junho de 1976, sendo substituidos pelos SR-71. Em 1984, durante exercícios da OTAN, um U-2 foi interceptado por um Lightning, a uma altura de 20.000 m, altura está considerada segura de intercepção, podendo o Lightning chegas a 27.000 m. Em 19 de novembro de 1998, um avião de pesquisa da NASA ER-2 obteve o recorde mundial para sua classe de peso 12000 kg a 16000 kg, alcançando uma altura de vôo horizontal de 20479 m. O U-2 está em serviço a mais de 50 anos após seu primeiro vôo, apesar do advento de satélites espiões, devido à habilidade de voos diretos aos objetivos em curtos trechos, já que os satélites seguem uma determinada trajetória não podendo ser direcionado. O U-2 superou seu substituto o SR-71 de Mach 3, que foi aposentado em 1998.
O Pentagono aprovou um orçamento em 23 de dezembro de 2005 para o termino do programa do U-2 até 2011, com alguns aviões sendo aposentados em 2007. Em janeiro 2006, foi anunciado a aposentadoria pendente da frota de U-2s como medida de redução de gastos, eliminação de toda a frota de B-52 com exceção de 56 aeronaves e uma redução completa na frota F-117. O governo disse que isto não afetará a Força Aérea, já que possuem satélites espiões e aviões espiões não tripulados os RQ-4. Entretanto, o congresso não possui uma data determinada para a retirada completa dos U-2, pois, não há nenhum sistema capaz de substitui-lo, ficando sua aposentadoria para meados de 2012 a 2014, ou até seu substitudo entrar em serviço, o RQ-4.

U-2 COCKPIT,FOTO 1,FOTO 2,FOTO 3,FOTO 4,CAMERA DO U-2

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dassault Mirage F1

Tipo: Caça de multiplo emprego
Fabricante: Dassault Aviation
Primeiro voo: 23 de Dezembro de 1966
Inicio do serviço: 1973
Primeiros usuários: French Air Force, Iraqi Air Force, Spanish Air Force e Royal Moroccan Air Force
Total produzidos: cerca de 720
Desenvolvido a partir: do Mirage III
Tripulação: 1 na versão de caça e 2 na versão de reconhecimento/ataque ao solo
Comprimento: 15.33 m
Envergadura: 8.44 m
Altura: 4.49 m
Area das asas: 25 m²
Peso vazio: 7,400 kg
Peso carregado: 11,130 kg
Peso máximo de decolagem: 16,200 kg
Motor: 1 SNECMA Atar 9K-50 com pós combustão
Velocidade máxima: 2,573 km/h a 11,000 m
Raio de combate: 425 km
Raio de alcance: 2,150 km
Altitude de serviço: 20,000 m
Razão de subida: 215 m/s
Armamento: Guns: 2 canhões de 30 mm DEFA 553 com 150 cartuchos por canhão, 8 casulos Matra com 18 foguetes de 68 mm SNEB cada, 4 misseis AIM-9 Sidewinders ou 2 Matra R550 Magics, 2× Super 530Fs, 2× AM-39 Exocets, 2× AS-30L e 6.300kg de bombas em cinco pontos externos para grande varidade de armamentos, pods de reconhecimento e tanques auxiliares.

O Mirage F1 é um caça de superioridade aérea e ataque ao solo, construído pela Dassault como o sucessor do Mirage III. Motorizado por um único turbojato Snecma Atar que fornece aproximadamente 7 toneladas de empuxo, mas de 700 F1s foram produzidos, se o desempenho em combate fosse usado como avaliação de qualidade, o Mirage F1 seria um dos melhores caças do mundo. Dos 10 países que o adquiriram, 6 empregaram-no em combate.
Conflitos que o Mirage F1 participou: na África do Sul durante a guerra de beira F1CZs derrubaram dois MiG-21s angolanos em 1981 e em 1982. Dois F1AZs foram perdidos sobre a Angola em 20 fevereiro de 1988, ao voar sobre um combóio foi abatido um missel SA-13 Gopher. Dois F1AZs e um único F1CZ foram danificados pela ação inimiga mas puderam retornar à base. Em 27 setembro de 1987, uma tentativa de interceptar dois MiG-23MLs cubanos um F1CZ foi danificado ou por um missel forçando a um pouso forçado ferindo o piloto. A Força Aréa Africana perdeu seis F1AZs e três F1CZs. Cerca de 30 Mirages F1CHs foram comprados pelo Marrocos em 1975, com as primeiras entregas em 1978. Foram usados em combate em 1979, causando a primeira perda em novembro 1979, devido a misseis anti aéreos SA-7. Em outubro de 1981, dois F1 foram derrubados pelos rebeldes com mísseis SA-6 e SA-9 doados pela Líbia, com pelo menos sete aviões abatidos e seis perdidos em acidentes entre 1979 e 1988, quando foi assinado um cessar fogo. A Força Aérea Equatoriana adquiriu os Mirage F1JAs entre Janeiro e Fevereiro de 1981 durante o breve conflito contra o Peru. Com tudo a Força Aérea Peruana possuia Mirages 5Ps e Sukhoi Su-22Ms fornecendo apoio naquela região. Em 1995, Mirages F1s e Kfir Equatorianos foram usados contra o Peru. Em 10 fevereiro 1995, dois Mirages F1JAs, abateram dois Su-22Ms peruanos, um Kfir e um A-37B Dragonfly. Os F1C da França foram usados na invasão da Líbia, tambem participaram da defesa dos Emirados Arábes e do Qatar, durante as Operações Escudo e Tempestade do Deserto. Armados com misseis Exocet F1EQ iraquianos afundaram e avariaram numerosos petroleiros no Golfo, nos anos 80. A Espanha utiliza 20 caças F1EE e 6 biplace F1BE, usados em patrulhas na Lituania e Mar Báltico a serviço da OTAN entre julho de 2006 a novembro de 2006, interceptando por duas vezes intrusos não revelados.

MIRAGE F1 FOTO 1,FOTO 2,FOTO 3,FOTO 4,FOTO 5,COCKPIT

sábado, 23 de maio de 2009

Northrop Grumman B-2 Spirit


Tipo: Bombardeiro invisível
País de origem: Estados Unidos
Fabricante: Northrop Grumman
Primeiro voo: 17 Julho de 1989
Inicio do serviço: Abril de 1997
Status: em serviço
Total produzido: 21
Primeiro usuário: apenas os Estados Unidos
Custo do programa: US$ 44.75 bilhões em 2004, custo por aeronave US$ 737 milhões
Tripulação: 2
Comprimento: 21.0 m
Envergadura: 52.4 m
Altura: 5.18 m
Aréa das asas: 478 m²
Peso vazio: 71,700 kg
Peso carregado: 152,200 kg
Peso máximo de decolagem: 170,600 kg
Motores: 4 General Electric F118-GE-100 sem pós combustão, com 7.800 kg de empuxo cada
Velocidade máxima: 972 km/h
Velocidade de cruzeiro: 870 km/h
Raio de ação: 11,100 km
Altitude de serviço: 15,200 m
Armamento: 2 porta bombas com capacidade para 23,000 kg, 80 bombas Mk-82 de 230kg cada, 36bombas tipo CBU de 340kg cada, 16 misseis de 900kg do tipo Mk-84, JDAM-84, JDAM-102 montados em lançadores rotativos e 16 bombas nucleares do tipo B61 ou B83.

O B-2 Spirit da Northrop é o avião mais caro jamais construido. Sua forma discreta e o uso de materiais que absorvem as emissões de radar permitem que ele ataque sem ser detectado pelo inmigo. Transportando armamento convencional e nuclear. Durante os anos 80 e o começo dos anos 90, os Estados Unidos encomendaram 132 bombardeiros, mas nos anos 90, o Congresso Americano, diminuiu para 21 bombardeiros devido ao seu alto custo, cerca de US$737 milhões. O custo total do programa, que inclui o desenvolvimento, engenharia e testes, chegaram a US$ 2.1 bilhões por avião. Vinte B-2s são operados pela Força Aérea dos Estados Unidos. Embora projetado originalmente, por causa da Guerra Fria, somente entrou em serviço nos anos 90, no conflito do Kosovo, seu mais recente uso foi na Guerra do Iraque e no Afeganistão. Um avião foi perdido durante a decolagem em 2008. Foi usado em atividades de espionagem e contra-espionagem.
O primeiro avião operacional, chamado de espirito do Missouri, foi entregado à base da Força Aérea de Whiteman, Missouri. O B-2 alcangou a capacidade operacional em 1 janeiro 1997. Os B-2s entraram em três campanhas, a Guerra do Kosovo em 1999, foi responsável pela destruição de 33% dos alvos sérvios, nas primeiras oito semanas da guerra. O B-2 foi usado em bombardeios no Afeganistão. Tendo os B-2s voado da base da força aérea em Whiteman até Afeganistão sem parada, apenas com reabastecimento em voo. Durante a Guerra do Iraque, os B-2s tiveram missões que duraram de 30 a 50 horas, liberando cerca de 680.000kg de munição. Todos os B-2s possuem capacidade de transporte de armas nuclears e misseis balísticos intercontinentais, em qualquer lugar do mundo, um novo upgrade das aeronaves esta previsto para setembro 2009.

English Eletric Lightning F.3

Tipo: Interceptador
País de origem: Reino Unido
Fabricante: English Electric Aircraft Co.
Primeiro voo: 04 de Agosto de 1954
Inicio do serviço: Dezembro de 1959
Retirado de serviço: 1988 (RAF)
Primeiros usuarios: Royal Air Force, Kuwait Air Force e Royal Saudi Air Force
Total produzido: 337 (incluindo prototipos)
Tripulãção: 1 piloto
Compriemnto: 16.84 m
Envergadura: 10.62 m
Altura: 5.97 m
Area das asas: 44.1 m²
Peso vazio: 12,720 kg
Peso maximo de decolagem: 18,900 kg
Motores: 2× Rolls-Royce Avon 301R
Empuxo: 13,220 lbf cada
Empuxo com pós combustão: 16,360 lbf cada
Velocidade máxima: 2,415 km/h
Alcance: 1,300 km, em combate 560 km
Alcance máximo: 2,500 km
Altitude maxima: 18,000 m oficial, 26,600 m recorde
Razão de subida: 260 m/s
Metralhadoras: 2× 30 mm ADEN, 8 casulos Matra cada um com 18× SNEB 68 mm ou
4 casulos Matra JL-100 cada um com 19× SNEB 68 mm e um tanque adicional de 250 litros em cada asa, 2 misseis De Havilland Firestreak ou 2 misseis Hawker Siddeley Red Top e bombas.

Durante os seus trinta anos de serviço, o Lightning apresentou um desempenho incontestável, que só foi superado com a chegada dos super caças nos anos 80. Toda um geração de pilotos de caça da RAF sonho em voar neste avião. E em 1980 o English Eletric Lightning era, ainda o jato inglês mais veloz. Seu painel de comando, da década de 1950, exigia uma quantidade de trabalho assustadora. Seu radar era virtualmente ineficaz a baixa altitude e não conseguia mirar para baixo. Seus dois misseis orientados por infravermelho eram quase cegos quando comparados aos modelos mordenos. Mas o Lightning tinha um trunfo, sua performace. Tão veloz quanto seu nome, ele subia como um foguete, excelente em combates aéreos, podendo fazer viradas de aceleração tão boas quanto as do F-4 Phantom.
O desempenho do Lightning era excelente, sua razão de subida era de 15 km/min. O Mirage III atingiu 9 km/min, o MiG-21 conseguiu 11 km/min. O Lightning alcança os 11.000m em 2.5 minutos. A altitude oficial era de 18 000m, embora fosse conhecido dentro da RAF que ele era capaz de alturas muito maiores, em setembro de 1962 o comando da RAF organizou uma série de intercepções aos Lockheed U-2, baseados em Heyford, em alturas próximas de 18.000-20.000m, as interceptações ocorreram em dois estágios, a segunda série que consiste em 14 intercepções, incluindo quatro bem sucedidas e quatro abortivas a 20.000m em uma das subidas foi alcançado a marca de 26 600 m, sobre Arábia Saudita, a curvatura da terra era visível e o céu era completamente escuro, disse o piloto. Em 1984, durante exercícios da OTAN, um Lightning interceptou um U-2, a uma incrivel altura de 26.800m. Em 1959, um F-104 especialmente preparado quebrou o recorde mundial de altura, alcangando 31.500m.

LIGHTNING FOTO 1,FOTO 2,FOTO 3,FOTO 4,MISSEL FIRESTREAK,MISSEL FIRESTREAK II

terça-feira, 21 de abril de 2009

AC-130 Spectre/Spooky - Gunship

Tipo: Avião de Artilharia Aerotransportada
Fabricante: Lockheed e Boeing
Primeiro voo: AC-130A: 1966 / AC-130U: 1990
Inicio do serviço: AC-130A: 1968 / AC-130U: 1995
Status: Ainda em uso
Primeiro usuário: USAF
Total produzido: 43
Custo unitário: AC-130H: US$132.4 milhões / AC-130U: US$190 milhões
Desenvolvido a partir: C-130 Hercules
Tripulação: 13 (piloto, copiloto, navegador, oficial de controle de tiro, oficial de guerra eletrônica, engenheiro de voo, operador de tv, operador de infravermelho e 5 operadores das armas)
Comprimento: 29.8 m
Envergadura: 40.4 m
Altura: 11.7 m
Aréa das asas: 162.2 m²
Peso carregado: 55,520 kg
Peso máximo de decolagem: 69,750 kg
Motores: 4× Allison T56-A-15 turbopropulsores, 4,910 shp (3,700 kW) cada
Velocidade máxima: 480 km/h
Raio de ação: 4,070 km
Altitude de serviço: 9,100 m
Armamentos: AC-130U "Spooky" 1 canhão de 25 mm, 5 metralhadoras giratórias GAU-12/U,
1 canhão de 40 mm L60 Bofors e 1 canhão de 105 mm M102

A armas do AC-130 que os americanos estão usando para operações especiais no Afeganistão, foi projetada para a sustentação próxima das forças em terra. O C-130 Hercules é um avião lento atinge a velocidade de 480 km/h, mas tem uma grande autonomia de voo, cerca de 4000 km, sem precisar reabastecer e pode voar sobre uma área de combate por cerca de uma hora. Os AC-130s são operados pela Força Aérea Americana, o Grupamento de Operações Especiais, baseado no campo de Hurlburt, Florida. Do lado esquerdo da fuselagem existem dois canhões de 40mm ou um de 25mm Gatling que pode atirar até 1.800 tiros por minuto, dependendo da versão, e os canhões de 40mm e 105mm, totalmente computarizado, embora baseado em um avião Hercules de transporte velho, o AC-130 tem um dos sistemas de armas mais complexos entre os aviões. Usa sensores de TV, infravermelhos e radar para encontrar os alvos em terra, mesmo durante a noite. Os computadores de escolha de objetivos podem seguir dois alvos separados com dois sensores diferentes e usar duas armas diferente para o tiro. A versão mais nova é o AC-130U II Spooky, tem duas vezes a capacidade de munição. Embora considerado uma máquina bem sucedida, foi usado recentemente nas operações no Panamá, Grenada, Guerra do Golfo e na Bósnia, sua lentidão e baixa altitude de ação, deixam o vulnerável a artilharia terrestre. Tem um sistema de chaff e flare, para dispistar misseis teleguiados por infravermelho. Há proteções térmicas sob os motores para tentar dimunuir a emissão de calor. Contudo, um AC-130 derrubado no Iraque por um míssil terra-ar, outro perda recente foi na Somália quando, houve a explosão de um dos canhões durante o uso. Usado à 21 anos os AC-130, são aviões pesadamente armados, com sensores, navegação e sistemas de tiro sofisticados, fornecendo poder de fogo e saturação cirúrgica da área, podendo ficar sobre o alvo por cerca de uma hora, de dia ou a noite, e em qualquer condição climática. Os sensores permitem que identifiquem visualmente ou eletronicamente as forças em terra e alvos, em qualquer altura. O AC-130 tem uma história de combates durnate a Guerra do Vietnã, destruíram mais de 10.000 caminhões e participaram de muitas missões de apoio aéreo, durante salvamentos. Participou de conflitos em Grenada no ano de 1983 no Panamá em 1989, durante a Tempestade do Deserto, em apoio a OTAN na Bosnia-Herzegovina, em 1997 na Itália durante a evacuação de americanos na Albânia, em 1998 para convencer o Iraque a aceitar os inspetores da ONU e recentemente, os aviões foram empregados na sustentação das operações, fornecendo reconhecimento armado, interdição e sustentação das tropas em terra, no Afeganistão e Iraque.

AC-130 GUNSHIP METRALHADORA,CANHÃO 105mm,MINI METRALHADORAS,CANHÃO 20mm,CANHÃO 40mm,AC-130 TAXIANDO,LANÇANDO FLARES

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Gás de Cloro - Arma Quimica


Tipo: Arma química, cloro em gás

País de origem: Alemanha Nazista

Oque causa: Bloqueio pulmonar

Tipo de ataque: Lança-granada, cilindros e bombas lançadas de aviões a baixa altitude

A eficácia das armas químicas deve-se ao modo de ataque, disseminação e posição do alvo. As técnicas mais comuns de uso incluem bombas, projéteis e ogivas, que permitem a disseminação a uma distância considerável e em ataques com aviões, pulverizando uma grande aréa a baixa altitude. O armazenamento das munições são de grande importância. Embora haja muitos avanços no ataque com armas químicas desde a Primeira Guerra Mundial, é ainda difícil conseguir a dispersão eficaz. A disseminação, dependente de circunstâncias atmosféricas porque muitos agentes químicos atuam no estado gasoso. Assim, as observações do tempo e a previsão são essenciais para o uso dessas armas e reduzir o risco de ferir forças aliadas.

A dispersão tem que ser feita em cima ou junto ao alvo, imediatamente antes da disseminação, de modo que o material seja o mais eficiente. A dispersão tem sido a técnica mais simples de usar um agente em um alvo. A primeira munição química real, o rifle lançador de granada, com cartucho de 26 mm, contendo 35g cloro, e foi usado no outono 1914, com pouco efeito nos alemães. Os alemães de um lado tentaram aumentar o efeito, adicionando um irritante Hans Tappen, um químico do departamento de Artilharia Pesada do Ministério da Guerra Alemã, sugerido a seu irmão, o chefe das operações gerais alemãs, o uso do gás brometo benzyl ou o gás brometo do xylyl. Devido ao tempo frio, o líquido não vaporizou, e o primeiro uso contra os russos em Bolimov em 31 de janeiro de 1915 passou despercebido pelos aliados. O primeiro uso eficaz, foram com cilindros simplesmente abertos, fazendo com que o vento carregasse o cloro através das linhas inimigas. A entrega do gás dependeu extremamente da velocidade do vento e do sentido. Se o vento era inconstante, o gás poderia fundir para trás, causando vítimas aliadas. As nuvens de gás davam aviso, dando tempo do inimigo se proteger-se, isto fez do gás o dobro da eficacia desejada, seja fisicamente ou psicológica nas. Uma outra desvantagem era que as nuvens de gás tinham alcance limitado, capaz somente de afetar a linha da frente nas trincheiras antes de dissipar. Foi desenvolvido, o ataque por projéteis, esta técnica superou em muito os riscos de utilizar o gás em cilindros. Dessa maneira, o ataque não dependeria do tempo, e não haveria aviso do ataque, pois o gás é fosfogénio e quase inodoro. Uma solução britânica ao problema de uso de artilharia, pois deveria haver grandes ataques para dispersar o gás em uma grande aréa, dessa maneria optou-se em lançar os cilindros de cerca de 14 kg a uma distância de 1500 metros. Isto combinou o volume do gás de cilindros com a escala da artilharia. Nos anos 50 e começo dos anos 60, os foguetes, bombas de fragmentação e submunições com ogivas químicas, aumentaram o raio de ação das nuvens com agentes químicos diretamente no alvo.

MC-1 Bomba de gás - Arma Quimica

Tipo: Bomba de queda livre, com ogiva quimica
País de origem: Estados Unidos
Inicio do uso: 1959 até 1971
Fim do uso: Destruidos no ano de 2000
Peso da bomba: 340 kg
Peso da ogiva: 100 kg de gás do agente Sarin
Diâmetro: 41 cm
Comprimento: 1.27 m

A bomba MC-1 foi a primeira arma química americana de queda livre e sem fragmentação. Pesando cerca de 340 Kg o MC-1 começou a ser produzido em 1959 e carregava o agente SARIN. O Sarin, igualmente conhecido por sua designação da OTAN como GB, é uma substância extremamente tóxica cuja a única aplicação seja como um agente que ataque ao sistema nervoso, levando a morte, é classificado pela ONU como uma arma de destruição em massa, de acordo com sua resolução 687. A produção e estocagem do Sarin foi proibida pela Convenção das Armas Químicas em 1993, pode matar em questão de minutos, após a exposição. A substância penetra no corpo por inalação, ingestão, pelos olhos ou pela pele. MC-1 é uma bomba de uso geral modificada para transportar, munição química do arsenal dos Estados Unidos. Sendo usados por aviões F-4 e posteriormente F-16 da Força Aérea Americana. O depósito químico de Umatilla armazenava aproximadamente 2.400 bombas que foram destruídas em 09 de Junho de 2006. Outros 3.047 MC-1s foram armazenados no Atoll de Johnston quando as operações da desmilitarização começaram lá em 1990. Aquelas armas foram destruídas durante a década de 90, sendo eliminado por completo do arsenal Americano em 2000.

MC-1 Gás Narin OGIVA COM SUBMUNIÇÕES,TESTE DO GÁS COM COELHOS,DESCARTE DO GÁS,USO DO GÁS EM MALETA

segunda-feira, 23 de março de 2009

Bombas de Pregos

A bomba do prego é um dispositivo explosivo anti-pessoal embalado com pregos para aumentar sua habilidade de ferimento. Os pregos atuam como uma metralhadora, levando quase certamente as maiorias das vítimas a morte e ferindo gravemente outras, em áreas habitadas esse tipo de arma é mais letal que os explosivos convencionais. A bomba de prego, foi usado principalmente pelos Estados Unidos, na Guerra do Vietnã, onde misseis e bombas eram preparadas, com ogivas carregadas de pregos, para serem usadas nas copas das arvores, onde os vietcongs se escondiam, afim de emboscar tropas americanas, as ogivas eram detonadas nas copas das arvores, provocando muitas mortes. Tais armas tinham como carga letal ( esferas metálicas, cabeças do prego, lâminas quebradas, dardos e qualquer tipo de metal) produzindo um grande raio da destruição. As bombas de pregos são usadas frequentemente por terroristas, em particular por suicídas, em geral causam um grande número de vítimas, quando detonadas em lugares aglomerados. As bombas de pregos podem ser detectadas através de sensores eletromagnéticos e de detectores de metais. Vários ataques ocorreram em 1999 quando neonazistas instalaram diversos bombas em Londres, tendo alvo as minorias étnicas e homossexuais. Em 31 de dezembro de 2005 em um mercado indonésio foi detonado uma bomba, e uma segunda bomba foi encontrada próxima e desarmada.
BOMBA DE PREGOS FOTO 1,FOTO 2,FOTO 3

sábado, 21 de março de 2009

de Havilland Sea Vixen Mk 1

Tipo: Caça Biplace de porta-aviões
Fabricante: De Havilland
Primeiro voo: 26 de setembro de 1952
Inicio do serviço: inicio de 1962
Fim do serviço: até 1972
País de origem: Grã-Bretanha
Tripulação: 2
Comprimento: 17,02 m
Envergadura: 15,54 m
Altura: 3,28 m
Aréa das asas: 60,20 m²
Peso vazio: 12.680 kg
Peso carregado: 17.325 kg
Peso máximo de decolagem: 18.858 kg
Motores: 2 turbinas Rolls Royce Avon 208, de 5.094 kg de empuxo
Velocidade máxima: 1.110 km/h ao nivel do mar
Alcance: 1.270 km
Altitude de serviço: 15.000 m
Razão de subida: 3.050 por minuto
Armamento: normalmente 4 misseis Red Top guiados por infravermelho sob as asas, 2 rampas retráteis com 14 foguetes de 50mm cada e 4 bombas de 227 kg em suporte sob as asas

Defensor da Esquadra: O que viria ser o principal caça embarcado nos porta-aviões da Royal Navy nos anos 60, começoou sua carreira concorrendo com o Gloster Javelin para uso como caça terrestre. O DH.110 usava a mesma fuselagem dupla do Vampire, mas com asas enflechadas, um leme horizontal mais alto e dois motores. O armamento padrão do Sea Vixen Mk1 era o missel de guiagem infravermelho Firestraek, já o Mk2 usava misseis Red Top. Participou de diversas operações no exterior, particularmente em Bornéu, tambem com missões secundárias de caça de ataque e antitanque. Um radar aperfeiçoado se localizava no nariz. O primeiro voo ocorreu em 26 de setembro de 1952, mas o avião perdeu a concorrência. Entretanto uma série de ensaios em porta-aviões levou a encomenda do Sea Vixen FAW.Mk1 em 1955. Voando em março de 1957, entrando em serviço no 892° Esquadrão em 1962. Foram construidos 114 aviões Mk1, antes que o interresse se voltasse para o modelo FAW.Mk2, com a dupla fuselagem alongada abrigando maior reserva de combustível e melhorando o sistemas de armas para o uso dos misseis Red Top.
Sendo ntregues 15 exemplares, 14 deles conversões do tipo Mk1. O potente e hábil caça Mk2 entrou em serviço em dezembro de 1963 permanecendo em uso até 1972.
História operacional: O Sea Vixen nunca participou em nenhuma guerra, embora participou de muitas operações. Em 1961, o presidente Iraquiano Abdul Karim Kassem ameaçou anexar o Kuwait, em resposta ao pedido de ajuda do Kuwait, o Reino Unido enviou navios à região, incluindo dois porta-aviões da frota. Os Sea Vixen voaram em patrulhas sobre a região, de Kassem em ações agressivas com forte apoio naval, evitando assim uma guerra sobre o Kuwait. Em janeiro de 1964, uma rebelião no estado independente de Tanganyika na África, mas ainda com presença de soldados e oficiais, os rebeldes prenderam um alto comissário britânico e o aeroporto de Dar es. O Reino Unido respondeu imediatamente emitindo um aviso a Frota e aos Fuzileiros Navais. Os Sea Vixens, executaram missões de apoio ao desembarque dos Fuzileiros, a operação para restaurar a estabilidade em Tanganyika terminou com sucesso. Nesse mesmo ano, Sea Vixens entraram mais uma vez em serviço no Golfo Pérsico, desta vez para suporte a forças britânicas, lançando misseis contra rebeldes da tribo Dumas no Radfan. Tambem participaram de operações em Moçambique no Extremo Oriente. Em 1967, mais uma vez no Golfo Pérsico, na retirada de Aden. Um Sea Vixen com o registo civil, voou no show aéreo Red Bull até 2007, quando foi repintada nas cores do Esquadrão 899° e pode ser visto em seu hangar no aeroporto de Bornemouth em Dorset na Inglaterra. Muitos outros Sea Vixens permanecem em boas condições mas não voam.
SEA VIXEN FOTO 1,FOTO 2,RADAR,COCKPIT

sexta-feira, 20 de março de 2009

Bell UH-1 Iroquois/Huey

Tipo: Helicoptero mutipropósito
Fabricante: Bell Helicopter
Primeiro voo: 22 Outubro de 1956
Inicio do serviço: 1959 até os dias de hoje
Primeiros usuários: Estados Unidos, Japão, Austrália e filipinas
Total produzido: mais de 16.000
Variantes: UH-1N Twin Huey, AH-1 Cobra, Bell 204/205, Bell 212 e Bell 214
Tripulação: 1 a 4
Capacidade: 14 soldados, 6 macas ou carga equivalente
Comprimento: 17.4 m com rotor
Fuselagem da cabine: 2.6 m
Diâmetro do rotor: 14.6 m
Altura: 4.4 m
Peso vazio: 2,365 kg
Peso carregado: 4,100 kg
Peso máimo de decolagem: 4,310 kg
Motor: 1× Lycoming T53-L-11 turboshaft, 1,100 shp (820 kW)
Velocidade máxima: 220 km/h
Velocidade de cruzeiro: 205 km/h
Alcance: 510 km
Altitude de serviço: 5,910 m
Razão de subida: 8.9 m/s
Armamento: 2 metralhadoras M60 de 7.62 mm, 2 metralhadoras GAU-17/A de 7.62 mm nas laterais ou nas portas dos helicopteros ou pods de foguetes de até 70 mm entre outros armamentos
O UH-1 da Bell, conhecido como " Huey" , é um helicóptero militar de múltiplos propósitos, famoso pelo seu uso na Guerra de Vietnã. O UH-1 foi desenvolvido em 1955, a aeronave foi usada em 1959 e entrou em produção em 1962 como o UH-1. O último foi produzido em 1976 com mais de 16.000 no total, dos quais 7.000 foram usados na Guerra do Vietnã. Onde 2.500 foram abatidos com cerca de 2.202 pilotos mortos.
Em 1955, impaciente por obter um helicóptero médico poderoso de evacuação, o exército Americano, concedeu a Bell um contrato para desenvolver a geração seguinte designado como 204. Entrou em serviço com a 101st Divisão Aerotransportada no Forte Lewis, Washington, 82nd Divisão Aerotransportada e o 57th Destacamento Médico. O Exército Americano pressionou-os a entrada em serviço dos Hueys com o 57th Destacamento Médico chegando no Vietnã em março de 1962.
O UH-1 transformou-se no símbolo da participação dos Estados Unidos no Sudeste Asiático em particular no Vietnã, foram usados em missões de assalto, transporte de carga, evacuação médica, busca e salvamento, guerra eletrônica, e mais tarde ataque ao solo. UH-1s encarregados de ataques ao solo ou escolta armada foram equipados com lançadores de foguetes, granadas e metralhadoras. Voaram com helicópteros de observação, junto aos Bell OH-58A Kiowa e Cayuse de Hughes OH-6. Durante a guerra 3.305 UH-1 foram destruídos, num total de 5.086 helicópteros em um total de 11.827 em serviço na época.

quarta-feira, 4 de março de 2009

FIM-92 Stinger

Tipo: Lançador de missel terra-ar portátil
Fabricante: Raytheon Missile Systems
Desenvolvido: General Dynamics
País de origem: Estados Unidos
Desenvolvido: 1967
Inicio da produção: 1978
Entrada em serviço: 1981 até hoje
Usado nas guerras: das Malvinas, Afeganistão, Guerra Civil Angolana, Kargil e Iugoslávia
Custo unitário: US$ 38,000
Variantes: FIM-92A, FIM-92B, FIM-92C, FIM-92D, FIM-92G
Motor: Mk 27 dois estágios, com combustivel sólido de foguete
Peso da arma: 15.6 kg
Peso do missel: 10 kg
Peso do explosivo: 1 kg
Comprimento: 1.5 m
Diâmetro: 7.62 cm
Envergadura: 14 cm
Sistema de guiagem: Infravermelho
Velocidade: 2,523 km/h
Raio de alcance: 200m a 5,000 m
Altitude operacional: 10m a 3,000 m
Tipo de explosivo: missel com cabeça perfurante com explosivo de grande poder, sendo detonado por aproximação.

O FIM-92 Stinger é um míssil terra-ar portátil, de guiagem por infravermelho pessoal. Usado pelas forças armadas dos Estados Unidos e outros 29 países, o míssil de Stinger básico tem sido até agora responsável por 270 aviões abatidos e confirmados. Chegando a marca de 70.000 mísseis produzidos. Relativamente fácil de operar, o Stinger FIM-92 é um míssil terra-ar passivo, operado por um único soldado, embora oficialmente exija dois. O míssil pode ser usaso igualmente para atingir veículos, helicopteros e aviões. Existe uma versão lançada por helicópteros chamado ATAS ou Stinger lançado por aviões. O Stinger é lançado por um pequeno motor, até uma distância segura do operador, antes de acionar o segundo motor com combustivel solido acelerando a uma velocidade máxima de 750 m/s ou 2.523km/h. A ogiva é do tipo penetrante, com explosão por impacto ou aproximação. Já a orientação até ao alvo é inicialmente feita por infravermelho, quando está proximo do alvo muda-se para seu radar de busca e aquisição do alvo.
Em serviço - Sua entrada em combate foi em 21 de maio de 1982, durante a Guerra das Malvinas, apenas um avião Pucará foi abatido pelos ingleses. A CIA forneceu quase 500 Stingers (algumas fontes dizem que pode de 1500 a 2000) para os Afegãos durante a guerra contra a União Soviética no Afeganistão nos anos 80, onde foram usadas com sucesso. Após a retirada dos sovieticos em 1989, os Estados Unidos tentaram comprar os Stingers, por cerca de 55 milhões de dólares mas a maioria dos Stingers tinham sidos entregues ao Irã, Qatar e Coreia do Norte. Os Estados Unidos venderam para o governo de Angola no final dos anos 80. Em ambos os casos, os esforços para recuperar os mísseis após o fim das hostilidades foram em vão. O exército paquistanês usou na Guerra de Kargil e abateu um helicóptero Indiano Mi-8 e um avião MiG-21, tambem danificando um avião de reconhecimento Canberra. No inventário militar dos Estados Unidos existem 13.400 mísseis. O custo total do programa é de mais de sete trilões de doláres. Existem boatos que o serviço secreto Americano tenham mísseis Stinger para proteger o presidente, mas em caso de algum ataque ele será levado para algum lugar seguro, sem que necessite do uso do missel.
STINGER FOTO 1,FOTO 2,FOTO 3,FOTO 4

domingo, 1 de março de 2009

Lançador de Foguetes Katiusha

Tipo: Lançador multipo de foguetes
País de origem: Russia
Desenvolvido em: 1939
Calibre: 107mm a 120mm
Alcance: 8 km a 30 km
Orientação: nenhuma
Em serviço: Até hoje em versões modernizadas
Utilizado por: Russia, Hezbollah, Afeganistão
Variantes produzidas: BM-13, BM-8, BM-31, BM-14, BM-21, BM-24, BM-25, BM-27, BM-30

O Lançador de foguetes múltiplos Katyusha é um tipo de artilharia construído pela então União Soviética na segunda guerra mundial. Comparado a outros lançadores de foguetes múltiplos, disparam uma quantidade devastadora de explosivos em uma área rapidamente, mas com pouca exatidão e um tempo mais longo para recarregar. São frágeis comparados a outros foguetes, mas são mais baratos e fáceis de produzir. São montados geralmente em caminhões. Esta mobilidade deu ao Katyusha uma outra vantagem: pode disparar uma grande quantidade de foguetes e rapidamente se deslocar.
O Katyusha está em uso desde a segunda guerra mundial. Os russos tiveram sucesso com os lançadores de foguete BM-27 contra os russas chechenos. Durante a guerra fria, a União Soviética colocou diversos modelos de Katyushas. Os avanços em munições criaram vários tipos de ogivas para os Katyushas entre eles: lançamentos múltiplos, incluindo submunições, minas terrestres e ogivas químicas. Na história recente, foram usados pelas forças russas durante a primeira e a segunda guerra chechena e por forças de Arménia e a durante guerra Nagorno-Karabakh. As forças Georgianas relatadam o uso dos fogutes BM-21 guerra da Ossetia do Sul em 2008. Foi exportado para Afeganistão, Angola, Checoslováquia, Egito, Alemanha Oriental, Hungria, Irã, Iraque, Coreia do Norte, Pôlonia, Siria, e Vietnã. Foram construídos na Checoslováquia, China, Coreia do Norte e Irã. Usado em combate na Guerra da Coreia, pela China contra tropas da ONU, Israel capturou lançadores BM-24 durante a Guerra de seis dias (1967), usou-o em dois batalhões durante a Guerra do Yom Kippur (1973) e na guerra do Líbano em 1982. Durante a guerra do Líbano em 2006, o Hezbollah disparou entre 3.970 e 4.228 foguetes, já o Hamas lançou foguetes Katyusha de 122 milímetros contra a faixa de Gaza e diversas cidades em Israel, embora não fossem relatados o uso de caminhões para o lançamento, relatou-se o uso de suportes no chão para os lançamentos, em março de 2008 foram disparados fpguetes Katyusha na zona verde no Iraque. O último cenário que foi usado os foguetes Katiusha foi na faixa de Gaza pelo Hamas contra Israel que respondeu com força total destruindo grande parte da força militar do Hamas e suas instalções. O uso dos foguetes foram próximos da fronteira com Israel devido ao baixo alcance que é de 8 a 30 km, dispados desde florestas, quintais das casas, no alto de prédios em qualquer espaço é suficiente para o disparo dos foguetes a partir de trilhos colocados no chão.
Katiusha FOTO 1,FOTO 2,FOTO 3,FOTO 4